terça-feira, 19 de novembro de 2013
Interações do Estado e das Igrejas apresentado hoje por Jorge Sampaio e Manuel Clemente
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Um liberal no seu labirinto
Livro
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O Papa de todos nós

Em entrevista ao jornalista Manuel Vilas Boas, da TSF, Tornielli fala de um Papa de uma grande simplicidade e humildade e de um profundo sentido espiritual, capaz de introduzir mudanças na Cúria Romana e na Igreja Católica. A escutar aqui, na altura em que se completam 100 dias sobre a eleição do Papa Francisco.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Perspectivas sobre o novo pontificado (8) – Conhecer os gostos do Papa Francisco
Um livro que é uma revelação:
Papa Francisco – Conversas com Jorge
Bergoglio (originalmente intitulado O Jesuíta) acaba de chegar às livrarias (ed. Paulinas). É um
livro onde o actual Papa dá a conhecer muitos aspectos da sua personalidade, pensamento
e acção. O livro resulta de um trabalho dos jornalistas Francesca Ambrogetti
(italiana) e Sergio Rubin (argentino).quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Reviver o sabor das histórias bíblicas
domingo, 8 de abril de 2012
"Quem nos estraga a vida? Quem é que no-la pode libertar?"

"Nestes dias em que tanto se pede jejum de palavras, mas ninguém se cala, pode muito bem ser, afinal, por via da leitura de algum livro que surja a oferta de uma ou outra ocasião de recolhimento. Uma das obras que, para o efeito, se podem revelar de grande utilidade é Livres para acreditar. Dez passos para a fé, da autoria de Michael Paul Gallagher, um padre jesuíta irlandês, que foi professor de literatura na Universidade de Dublin, razão por que, aliás, não se estranhará que, no livro, escritores, como Nathaniel Hawthorne, T. S. Elliot, Saul Bellow ou Flannery O’Connor, e doutores da Igreja, como Santo Agostinho ou S. Tomás de Aquino, convivam tranquilamente.
Num dos passos mais fecundos do livro, escreve Gallagher que “a fé cristã não é apenas umaquestão de verdade, mas um modo de vida, e um modo de vida que resiste às directivas de uma sociedade de massas. A maior vitória da ideologia do consumismo é reduzir a religião a mais um item na prateleira do supermercado, pondo o cristianismo a competir com o fornecimento e a procura de bens, comodidades ou seguranças”. Considera ele que, “deste modo, uma pequena dose de religião pode tornar-se uma espécie de música de fundo agradável para uma vida fundamentalmente desorientada ou imatura. Este uso tranquilizante da religião para a segurança humana é a armadilha mais típica do mundo desenvolvido. O cristianismo converte-se numa agradável alienação da realidade, pessoalmente consoladora, mas sem nada de desafiante em termos sociais, atraente para um entusiasmo rápido e até para uma certa generosidade, mas evitando a profundidade de um seguimento como uma escolha no mundo de hoje”.
Enquanto professor universitário, Michael Paul Gallagher reconhece que a universidade pode representar um logro, ao ser uma dessas “instituições de elites que criam as suas próprias formas de opressão, permanecendo cegas, pelo menos na prática (a teoria é uma coisa diferente!), para os perigos do seu próprio sistema”. Enquanto padre, lamenta que as “tentações institucionais” possam “levar a melhor”. É que, acrescenta, “a autoridade pode ser mal utilizada, as pessoas podem não ser ouvidas e o ritualismo pode querer fazer-se passar por alimento espiritual”. Gallagher diz que “a lista podia continuar, e isso seria um reescrever das páginas dos evangelhos em que Cristo confronta a religião oficial: Os fariseus não morreram naquela geração. O seu espírito revela-se sempre que não actuamos como discípulos, mas sim como funcionários das coisas de Deus”.
A ideologia consumista, que fornece o pano de fundo e embebe a cultura dominante, é fustigada pelo autor de Livres para acreditar: “Os valores da cultura professados e vividos – sucesso, poder, prestígio, orgulho nacional, pessoal e de classe, riquezas e autoglorificação – chocam tão ampla e profundamente com os valores de Jesus que um seguidor de Cristo não pode senão sentir a cultura como um ataque à fé religiosa”.
Citando o filósofo John Francis Kavanaugh, Michael Paul Gallagher afirma que, ao contrário do que tantos postulam, é possível – e, obviamente, necessário – resistir à cultura dominante, que, assim, será menos dominante e menos desumanizadora, se se discernirem os seus perigos e se se criar algum tipo de consciência partilhada. Os mecanismos da inevitabilidade tão propagados pela ideologia dominante funcionam apenas quando as pessoas estão divididas e fragmentadas e não são capazes de alcançar algum tipo de consciência comum, considera Gallagher, socorrendo-se agora do filósofo Charles Taylor.
“A cultura que nos rodeia tenta fazer com que a religião desconsidere a dimensão de conflito dos evangelhos e que opte por um ‘programa de Jesus reduzido’”, para usar uma expressão de um outro autor, Michael Warren, que Gallagher convoca para explicar que, “nesta situação, qualquer resistência genuína terá de estar ‘fundamentada em determinados modos de vida que concretizem uma alternativa de vida’”.
Depois de citar Warren, que acredita que, no contexto religioso, um grupo não pensa primeiro para em seguida agir, mas, pelo contrário, o seu modo de agir plasma o seu modo de pensar: quando se descobrem os compromissos adequados, surge também a estrutura de vida adequada, Michael Paul Gallagher reclama uma suspeita saudável em relação à cultura que nos rodeia, capaz de representar mais um passo na direcção da liberdade. É preciso “despertar e procurar discernir as influências à nossa volta!” E, retomando uma questão de Warren, pergunta Gallagher: “Quem é que está a imaginar a tua vida por ti?” Esta pergunta, se se quiser, pode desdobrar-se em duas: Quem é nos estraga a vida? Quem é que no-la pode libertar?".
(Crédito da foto: The Jesuits in Ireland)
quinta-feira, 15 de março de 2012
Nova livraria em Braga dedicada ao cristianismo e cultura
A livraria - que tem um blog no Wordpress - está aberta diariamente de terça a sábado e nas tardes de segunda-feira e poderá abrir ad casum noutro horário, se os clientes marcarem previamente com o proprietário.
O espaço situado junto à central de autocarros da cidade foi «pensado para todos os que queiram fundamentar a sua fé cristã e o seu serviço na Igreja, assim como todos os que de algum modo queiram descobrir um pouco mais acerca do Cristianismo», refere uma nota enviada ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Nos primeiros dias de vida a livraria disponibiliza obras das editoras Apostolado da Oração, Assírio & Alvim, Difusora Bíblica, Editorial Franciscana, Gráfica de Coimbra, Leya, Paulinas, Paulus, Pedra Angular, Perpétuo Socorro, Tenacitas e Universidade Católica.
Aguarda-se a chegada próxima de publicações da Aletheia, Almedina, Cotovia, Edições 70, Esfera dos Livros, Europa-América, Gradiva, Principia e Temas & Debates, bem como de editoras estrangeiras, como a Khaf, SalTerrae, Sígueme, Trotta e Verbo Divino.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
"Deus vem a Público" e é hoje apresentado
Um livro ímpar, de um dos autores deste blogue, que já aqui foi referido. Não é todos os dias, nem todas as décadas, que podemos encontrar numa só obra o que dizem Moltmann e Fisichella, Panikkar e Erri de Luca, Lustiger e Pagola. Apresentação logo à tarde no Pátio do Siza, Chiado.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
"Jesus, uma abordagem histórica", de José Antonio Pagola
terça-feira, 15 de março de 2011
Ratzinger repórter e comentador do Concílio
Poderíamos, assim, formular a pergunta básica que estava por detrás de todas estas discussões: a Igreja deveria agarrar-se a esta atitude mental antimodernista, prosseguir na linha do isolamento, da condenação, da defensiva, até à rejeição quase angustiada da novidade, ou deveria antes, após definir os limites necessários, abrir uma nova página e, de uma forma positiva, ir ao encontro das suas origens, dos seus irmãos, do mundo de hoje? O facto de uma maioria tão signficativa se ter pronunciado a favor da segunda alternativa conferiu ao Concílio um novo começo. Tornou-se mais do que apenas a continuação do Concílio Vaticano I. Porque quer Trento quer o Vaticano I estiveram orientados para um movimento que visava isolar, securizar, delimitar, enquanto que o presente Concílio, partindo daquilo que já havia sido feito, virou-se para uma tarefa nova.Poderá a alguns, menos conhecedores da trajectória do actual Papa, parecer estranho que tenham sido escritas pelo então padre, teólogo e perito conciliar Joseph Ratzinger. Mas são. E não são das mais 'ousadas', se podemos considerar ousado quem se deixou possuir pelo espírito de abertura e de renovação que varreu a Igreja Católica naquela célebre década de 60, aberta pelo gesto profético de João XXIII.
Já era conhecido que aquele que é hoje Bento XVI escreveu e publicou no seu país de origem um conjunto de quatro extensos relatos e comentários sobre as quatro sessões do Vaticano II, nas quais chega a criticar a rigidez da Cúria romana e a defender uma reforma das estruturas eclesiásticas. A editora Artège acaba de traduzir pela primeira vez esses textos para francês e de os publicar num livro intitulado "Mon Concile Vatican II".
A revista católica La Vie sumaria os seus pontos principais e oferece-nos, em exclusivo, alguns extractos que podem servir de aperitivo à leitura do livro.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Jesus tem futuro. Na versão de Ratzinger
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O melhor de Portugal: por ele continuamos a existir

"Porquê e para quê - Pensar com esperança o Portugal de Hoje” é o título da mais recente obra de D. Manuel Clemente. O livro foi apresentado terça-feira à noite, no Palácio da Bolsa, no Porto, por Manuel António Pina, e recolhe 18 intervenções recentes (2009 e 2010) do bispo do Porto na área da cultura e da reflexão sobre Portugal.
No livro, edição da Assírio & Alvim, incluem-se textos como o da recepção do Prémio Pessoa, a entrevista ao Público feita por Teresa de Sousa, em Setembro deste ano, e ainda outros sobre temas como o centenário da I República, as repercussões das Invasões Francesas no catolicismo português, o diálogo entre religião e ciência, o monaquismo, a regionalização, e a trilogia liberdade-igualdade-fraternidade.
D. Manuel diz que a crise que Portugal vive é profunda, mas recorda que as dificuldades vividas no país ao longo de vários séculos nunca levaram ao fim da pátria, mesmo com todas as fragilidades de um país pequeno e periférico. Por mais pessimismo que o presente inspire, o bispo do Porto rejeita o conformismo e lembra que são agora bem mais visíveis os bons exemplos de esperança de gente concreta que procura dar a volta por cima.
Escreve o bispo do Porto: "O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários. Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós."
Na introdução, a editora refere que o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais “coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas”.
Num “tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança”, acrescenta o texto de introdução à obra.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Bento Domingues sugere leituras de férias; Anselmo Borges fala de "pedofilia e ordenação de mulheres"
Anselmo Borges no DN de ontem:domingo, 11 de julho de 2010
O primeiro Jesus, como um Alifas
Este é um livro de histórias de personagens misteriosas e aventuras várias: o jovem que foge nu, um leproso a quem não resta senão o desespero de um grito, uma mulher que parte um frasco de bálsamo valiosíssimo, um homem que empresta uma sala para uma última ceia…
Peter Stilwell, director da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, aventurou-se desta vez por territórios onde a teologia se expressa de um outro modo. Ou talvez não. Em A Condição Humana em Ruy Cinatti, a sua tese de doutoramento, Peter Stilwell já fizera da teologia uma narrativa. Agora, em O Meu Primeiro Jesus (ed. Dom Quixote), o autor vai buscar personagens misteriosas ou não identificadas dos evangelhos para contar a história de Jesus.
Ao contrário do que seria de supor num livro para os mais novos – em que a história de Jesus começa invariavelmente pelo Natal –, aqui, a história nasce a partir da memória da morte e ressurreição de Jesus. E o nascimento só ganha sentido com esse acontecimento central que é a Páscoa.
Há um misterioso personagem que assume o papel de narrador e que é identificado com o jovem rico que um dia pergunta a Jesus o que é preciso fazer para ter a vida eterna. É ele que escreve a João Marcos as suas memórias de algumas histórias de Jesus que ele presenciara. A forma como a história é construída, estabelecendo uma relação entre estes episódios, é muito bem conseguida.
O mais surpreendente, neste livro, é mesmo o modo como estas histórias remetem para aquilo que foi a expressão do cristianismo: uma história contada e recontada, de pessoa a pessoa, fazendo de Jesus uma pessoa viva. Não só para quem com ele convivera, como também para quem depois iria acreditar na sua ressurreição. “Entendi então a felicidade de Maria, e acreditei que qualquer coisa de extraordinário tinha acontecido”, diz o narrador, sobre o momento em que correra para o túmulo.
Ao lerem-se estas histórias, vem à memória o poema Agradecimento, que Ruy Cinatti dedicou a Peter Stilwell:
Foste o meu pequenino Peter a quem roubei o “Alifas”, o elefante de trapo. (…)
“Eu quero o meu Alifas, I want my Alifas, give it to me”
Eu já sabia: Tu querias Jesus Cristo e encontraste-o… (…)
E tu recompensaste-me depois mil anos múltiplos…
Ó Padre Peter Stilwell, tu emprestaste-me a tua tese de licenciatura sobre o verdadeiro Deus [visto por Bultmann (…)
esse grande teólogo da Igreja Triunfante, católico protestante e das galáxias!...
Obrigado Peter, beijo-te a face, sou eu que te persigo…
e em ti, um Alifas juvenil, Jesus Cristo de cognome.
É este “Alifas” que Peter Stilwell nos mostra neste seu livro. Com a contribuição das delicadas ilustrações de José Miguel Ribeiro. Um livro que é muito mais que uma obra para crianças e adolescentes.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Bíblia, mulheres, vida

Apresentação 12 de Março
Alzira Fernandes, Helena Martinho, Isabel Varanda, Luísa Alvim e Teresa Toldy são as cinco mulheres que vão apresentar os retratos bíblicos de mulheres vivas, a partir do livro "Vives, femmes de la Bible" [André Wénin, Camille Focant e Sylvie Germain]. Esta apresentação contará com a participação do Coro da Associação de Pais do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, o Coro da Igreja de São Victor do arciprestado de Braga e da Orquestra de Câmara do distrito de Braga, sob a direcção do Maestro António Baptista. Acontecerá a 12 de Março, no Auditório Vita, em Braga
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
10 livros de 2009 que ainda saberá bem ler em 2010

Paul Johnson
Guerra & Paz
Que Karl Marx nunca tenha posto os pés num fábrica mas desejasse doutrinar a classe operária, ou que Jean-Jacques Rousseau abandonasse os seus filhos em orfanatos mas pretendesse iluminar a infância, para alguns, são pormenores que não contradizem as teorias que criaram. Paul Johnson, num relato que quis “factual e desapaixonado”, analisa a credibilidade moral destes intelectuais e de Tolstoi, Brecht, Russel, Sartre, entre outros. Analisar, neste caso, quer dizer demolir.
Dança dos Demónios
Coordenação de António Marujo e José Eduardo Franco
Temas e Debates e Círculo de Leitores
Intolerância em Portugal: Anti-semitismo, anti-islamismo, anticlericalismo, antiprotestantismo, antijesuitismo, antomaçonismo, antifeminismo, antiliberalismo anticomunismo e antiamericanismo. “Os temas aqui reunidos falam-nos de mitos de complô, estruturam-se na suspeita e na diabolização, no medo e na fobia”, escreve-se na badana.
A Mecânica de Deus
Guy Consolmagno
Publicações Europa-América
A religião explicada aos “techies”. O que é o “techie”? “Será qualquer um que perca mais tempo com as ligações ao aparelho de televisão do que propriamente a ver televisão”. Ou seja, cientistas e engenheiros. Bom humor, sentido crítico e catequese por um jesuíta, astrónomo, que não confiaria as chaves do seu automóvel a alguns papas da história, quanto mais as chaves do Reino dos Céus. “E mesmo assim, a Igreja e as suas doutrinas sobreviveram”.
A vertigem das Listas
Umberto Eco
Difel
No princípio era a lista. E com o desejo das listas, dos catálogos, da ordenação, nasceu a cultura. Listas retiradas de poemas, romances, Bíblia, catecismos, documentos reais... Listas de santos e anjos, de objectos do tesouro imperial, de relíquias, de obras de arte, de monstros, de cheiros, da qualidades de uma cidade...
Os desaparecidos. À procura de seis em seis milhões
Daniel Mendelsohn
D. Quixote
Um norte-americano parte à procura dos antepassados desaparecidos noHolocausto, em especial de um com que dizem que é parecido. Na busca, que existiu na realidade, vai reinterpretando os primeiros capítulos da Bíblia, incluindo “Caim e Abel”. E encontra uma povoação onde um homem nasceu na Áustria, estudou na Polónia, casou na Alemanha, teve filhos na URSS e morreu na Ucrânia. Fez tudo isto sem sair da sua aldeia. Vivia em Bolechow, que actualmente faz parte da Ucrânia. Era de lá a família do autor.
O que a civilização ocidental deve à Igreja católica
Thomas E. Woods, Jr.
Alêtheia
Desconte-se o tom por vezes apologético e temos uma obra que lembra alguns contributos da cultura católica para o mundo em que vivemos: universidades, direito internacional, arte, ciência, arquitectura, moral, economia. Um livro para desmontar o último preconceito aceitável da América (só?), o anticatolicismo. “Quando se trata de ridicularizar ou de parodiar a Igreja católica, poucas coisas são consideradas excessivas (…)”.
Caridade na Verdade
Bento XVI
Paulinas
Terceira encíclica do actual Papa, a primeira em exclusivo sobre doutrina social, quer dizer, sobre o que a Igreja Católica pensa da economia, da política e da sociedade. Centra-se na questão do desenvolvimento, que é a “inclusão relacional de todas as pessoas e de todos os povos na única comunidade da família humana”. E que é, de longe, o maior problema do mundo.
Não há futuro sem solidariedade
Dionigi Tettamanzi
Paulinas
Na Missa do Natal de 2008, o cardeal Dionigi Tettamanzi, arcebispo de Milão, perguntou aos seus fiéis: “Neste Natal, já marcado pelas primeiras vagas de uma grande crise económica, há uma interrogação que me atormenta: o que posso fazer como arcebispo de Milão? (…) Gostaria que cada um conservasse no coração esta pergunta e que se deixasse inquietar e converter por ela: O que posso eu fazer?” O cardeal criou um fundo para apoiar desempregados e escreveu este livro para notar que a sobriedade é virtude esquecida e mostrar como pode acontecer solidariedade no mundo da finança, na empresa, na escola, na família. Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins.
Pode um darwinista ser cristão?
Michael Ruse
Ana Paula Faria Editora
Começa assim: “Deixe-me ser franco. Penso que a evolução é um facto e que o darwinismo reina triunfalmente”. A resposta à pergunta do título é: “Claro que sim!”. Mas o livro mostra quer quem diz “claro que sim” sem saber o está em causa na teoria da evolução das espécies por meio da selecção natural poderia mudar de resposta – ou de religião – , conhecendo o darwinismo. Melhor livro do "Ano Darwin" no que diz respeito às relações entre fé e ciência.
Para lá do Tempo
Vários autores
Paulinas
Recolha das opiniões publicadas no jornal online "Página 1", da Rádio Renascença. Textos de um ou dois minutos de D. Carlos Moreira Azevedo, Cristina Robalo Cordeiro, Cristina Sá Carvalho, Fernando Adão da Fonseca, João Ferreira do Amaral, José Miguel Sardica, José Tolentino Mendonça, Luís António Santos, Luís Cabral, D. Manuel Martins, Manuel Pinto e Maria do Rosário Carneiro.








