quinta-feira, 19 de abril de 2018
Capacetes Brancos da Síria: cristãos, muçulmanos e ateus juntos para salvar vidas
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
A guerra que nos querem vender
Não há informação mais controlada do que aquela que nos chega em tempo de guerra. E controlo, neste cenário, significa frequentemente manipulação. É por isso que importa accionar todos os recursos, toda a capacidade crítica e toda a prudência para não embarcar à primeira naquilo que nos vão vender. Os grandes media, de uma forma ou de outra, não se limitam a cobrir a guerra. Fazem, ainda que involuntariamente, parte da própria guerra.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Opiniões públicas em vigílias e orações contra a guerra
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Situação dos refugiados sírios é crítica, alerta ACNUR
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Vencer o medo dos dias de chumbo
sábado, 9 de maio de 2009
Contra a manipulação ideológica da religião
sexta-feira, 8 de maio de 2009
As religiões no meio dos conflitos
Não é raro ver imãs e xeques muçulmanos com discursos inflamados contra Israel e os judeus; nem é pouco frequente escutar rabinos judeus que só se referem à violência terrorista, sem entender que também há mortes inocentes entre palestinianos e muçulmanos; e ouvem-se muitos líderes cristãos a entrar no jogo da defesa de um dos lados, sem entender que o conflito (os conflitos, já que são vários) só se resolvem numa lógica de não-violência, perdão e reconciliação.
Hans Kung tem razão, quando defende que só haverá paz no mundo quando houver paz entre as religiões. E para isso é preciso que os responsáveis religiosos repitam cada vez, como João Paulo II antes da invasão do Iraque: “A guerra é uma derrota da humanidade. Nunca mais a guerra.”
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Santa Sé diz na ONU que vítimas civis não são um mero efeito colateral
O embaixador do Vaticano afirmou que, nos últimos tempos, “a segurança dos civis nos conflitos está-se fazendo cada vez mais crítica, por vezes mesmo dramática, como tem sucedido na Faixa de Gaza, no Iraque, Darfur e na República Democrática do Congo”. Migliore apelou por isso à garantia da “protecção de civis através de um maior respeito das normas do direito internacional”. O que exige três pilares fundamentais: “Acesso humanitário, protecção especial para as crianças e mulheres, assim como o desarmamento”.
“O terrível maltrato de civis em tantas partes do mundo não parece um mero efeito da guerra”, afirmou. “Vemos civis que são convertidos deliberadamente em meios para alcançar objectivos políticos ou militares.” E deu exemplos: “Quando as mulheres e as crianças são usadas como escudo de combatentes; quando se nega o acesso humanitário à Faixa de Gaza; quando no Darfur as pessoas são expulsas e as aldeias destruídas; quando vemos a violência sexual que destrói a vida de mulheres e crianças na República Democrática do Congo.”
“A protecção dos civis exige não apenas um renovado compromisso para aplicar o direito humanitário, mas requer em primeiro lugar e sobretudo boa vontade política e acção”, acrescentou o arcebispo. Requer ainda “líderes que exerçam o direito de defender seus próprios cidadãos ou o direito à autodeterminação, recorrendo apenas aos meios legítimos”.
O representante da Santa Sé disse que o crescente aumento das vítimas civis na guerra se deve também “à produção massiva e contínua inovação e sofisticação de armamentos”. “A maior qualidade e distribuição de arma de pequenos calibre e de armas leves, assim como as minas terrestres e as bombas de fragmentação fazem com que seja muito mais fácil e eficaz o assassinato de seres humanos.”
Nessa medida, saudou como uma boa notícia a adopção da Convenção sobre as Bombas de Fragmentação e apelou a que os países ratifiquem este tratado “como uma prioridade e um sinal de compromisso para enfrentar o drama das vítimas civis”.
(Fonte: www.zenit.org)


