Um dia contou que em 1954 deixou a Europa como cristão, descobriu na Índia que era hindu e regressou como budista - sem, contudo, "nunca deixar de ser cristão". Raimon Panikkar era um ícone da unidade por que tanto pugnava nas suas obras.
No Público de 11 de Setembro de 2010, um esboço biográfico por António Marujo do "teólogo católico que quis as suas cinzas nas águas sagradas do Ganges".
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No DN deste sábado, também Anselmo Borges escreve sobre o teólogo catalão.
O Padre Raimon Panikkar era uma das maiores autoridades mundiais nas questões do diálogo inter-religioso. As suas raízes genéticas, religiosas, académicas, geográficas, deram um contributo decisivo para ser ponte entre Ocidente e Oriente: o pai era hindu e a mãe, catalã católica; era doutorado em Filosofia, Química e Teologia; viveu uma parte da sua vida na Europa, outra viveu-a na Ásia, uma terceira passou-a na América. Ensinou em várias universidades, entre as quais Santa Bárbara, na Califórnia, e Harvard. Deixou mais de 50 livros, em várias línguas. No meio de uma vida agitada e aparentemente dispersa, manteve, no Uno, a serenidade do monge.
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sábado, 11 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Religião e (in)felicidade - colóquio em V.N. Gaia

Inscrições:
Seminário da Boa Nova
Apartado 10
Valadares
4406-901 Vila Nova de Gaia
Mais informação: AQUI
domingo, 4 de julho de 2010
Anselmo Borges diz que faz falta pensar; Bento Domingues pensa a partir das raízes imortais da alegria
Anselmo Borges no DN de ontem:
"Há na Lituânia - talvez também porque é um país com imenso sofrimento ao longo da história - umas estátuas, de tamanho diferente, do "Cristo pensador". É um Cristo sentado, com a cabeça levemente inclinada, de olhos fechados e com a mão encostada à face, precisamente na atitude própria do homem que pensa. Pensar vem do latim pensare, que significa pesar (razões), ponderar, examinar, avaliar, meditar e também pagar.
Em Portugal, não há muita tradição de pensar..." Ler mais aqui.
Texto de Bento Domingues no "Público" de 4 de Julho:
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