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sábado, 24 de agosto de 2013

O que pensa o Papa Francisco – sobre Deus, a Igreja, o clero e a reforma da Cúria

Crónicas

Nas crónicas destes dois últimos sábados, no DN, Anselmo Borges debruça-se sobre o pensamento do actual Papa acerca de Deus e também sobre a Igreja
Fernando Calado Rodrigues falou igualmente do Papa Francisco nas suas últimas crónicas. Primeiro para falar sobre o clero, a partir de um estudo sobre o perfil psicológico dos padres, feito nos Estados Unidos – e que revela dados preocupantes – e, depois, para perspectivar as mudanças na Cúria Romana que se anunciam para depois do Verão.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

"Assim começou o Cristianismo"

O site Religión Digital acaba de publicar uma entrevista com Rafael Aguirre, que é sacerdote, professor de Teología en Deusto, perito em ética e que acaba de coordenar a edição do livro colectivo "Así empezó el Cristianismo" (Ed. Verbo Divino).
É interessante conhecer estes tempos inaugurais e constitutivos, para perceber melhor a actualidade e alguns dos seus desafios. Aqui está o vídeo, no YouTube:


Algumas ideias mais salientes:

  • "El Cristianismo de los orígenes era bastante más plural que el Cristianismo de nuestro tiempo. Ya en los orígenes apareció como un movimiento muy plural".
  • "Desde el punto de vista de los seguidores de Jesús, van construyendo la Iglesia (Ecclesia), lo que ocurre que desde el comienzo ya se va utilizando el término cristianismo. Ecclesia es el grupo de los que se dicen seguidores de Jesús, mientras que el Cristianismo es la cultura que tiene su inspiración en los valores evangélicos y llega al Imperio Romano, y que esto lo realizan mucho antes de contar con el apoyo imperial".
  • "No se puede entender Europa sin entender ese componente esencial, que es el Cristianismo y cómo se forjó. Y desde el punto de vista creyente, la Iglesia ha de volver los ojos a los orígenes, sobre todo en momentos de crisis, para descubrir futuros nuevos.
  • Estamos en ese momento."
  • "En el Cristianismo de los orígenes las comunidades eran enormemente participativas. Era un movimiento muy plural, con gran capacidad de acogida e integración de la diversidad. Encontramos desde la carta a los Gálatas a la de Santiago, y ambas se reconocen, se aceptan. Esta capacidad de aceptación de la diversidad es una de las grandes lecciones que tenemos que aprender en la actualidad."
  • "Encontramos [en los orígenes] inspiración y posibilidades que no se desarrollaron. Por ejemplo: un protagonismo muy notable de la mujer, que se constata en los Evangelios y en las cartas de Pablo. Quizá ese es un elemento que la Iglesia debe desarrollar en profundidad."
  • "Todo lo que sea el diálogo franco y sincero con la sociedad es absolutamente necesario. Este Papa está muy preocupado con el diálogo con la cultura europea, y es legítimo. Pero el Cristianismo tiene que dialogar con otras culturas en el mundo globalizado. Y pienso especialmente en Asia. Que la Iglesia más que madre y maestra, se considere hermana de la Humanidad, que camina fraternamente con la Humanidad. La Iglesia tiene algo que decir, no lo oculta, lo propone, pero también tiene mucho que aprender. Tiene que tener capacidad de escucha para legitimar su capacidad de propuesta. El diálogo no es una simple estrategia para "vender" nuestra mercancía. Cuando nosotros dialogamos porque estamos convencidos de que tenemos que aprender. Eso no es debilidad de nuestras convicciones, sino la limitación de nuestros horizontes."
Ler o texto integral: AQUI.

domingo, 28 de novembro de 2010

Anselmo Borges: A Igreja e os sinais dos tempos

Anselmo Borges no DN de 27 de Novembro de 2010:

"Não foi por acaso que a revelação sobre o uso do preservativo apareceu no mesmo dia em que o Papa impôs o barrete a mais 24 cardeais. No dia seguinte, lembrou-lhes que devem estar sempre junto de Cristo na cruz. Mas cá está! No meio de todo aquele aparato do Vaticano, há aqui uma contradição entre a pompa e a cruz. Há aquele texto do filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard, que diz mais ou menos assim: vai Sua Excelência Reverendíssima o Bispo de Copenhaga, revestido de paramentos com filamentos de ouro e um báculo e uma mitra debruados de pedras preciosas, com todo o seu séquito em esplendor, senta-se num cadeirão de prata e dá início à sua homilia sobre a pobreza. E ninguém se ri!..."

Ler tudo aqui.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Aborto, lei, ética e o que (não) se faz

Numa entrevista publicada domingo passado, no Público, o presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, Miguel Oliveira da Silva, chamou a atenção para a necessidade de rever aspectos negativos da aplicação da lei do aborto. Tendo estado do lado do "sim" no referendo sobre a despenalização, Oliveira da Silva diz que há mulheres a fazer dois e três abortos por ano e muitas das que interrompem a gravidez não comparecem à consulta de planeamento familiar prevista após o aborto.

Apesar de uma notícia posterior do mesmo jornal em que se diz que é uma minoria de mulheres que o faz (o presidente do CNECV não falava de maioria, dizia apenas que "há mulheres" que o fazem), vale a pena ler a entrevista.

Miguel Oliveira da Silva tinha estado, dia 15 de Junho, num encontro promovido por jornalistas que tratam informação religiosa, onde falou exactamente sobre alguns dos temas retomados na entrevista. A importância das suas declarações levou-me a sugerir uma entrevista no Público. Na versão on-line, ele fala também da questão da pedofilia na Igreja. A ler com atenção.
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sábado, 10 de abril de 2010

Anselmo Borges: A lei do celibato obrigatório

Anselmo Borges escreve no DN sobre a lei do celibato obrigatório.

"Dizia-me há dias um colega historiador que a lei do celibato obrigatório para os padres fez mais mal à Igreja e aos homens e mulheres do que bem. E eu estou com ele. Ler tudo aqui.