sábado, 11 de agosto de 2018
Livros: A mentira – Contra a mentira
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O diabo não existe
Na
sua crónica de hoje no Correio da Manhã, Fernando Calado Rodrigues diz que o diabo não existe.quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
As Confissões, de Santo Agostinho, em debate em Lisboa
Hoje, às 19h00, no Ciclo Nós e os Clássicos, da Livraria Almedina de Lisboa (Atrium Saldanha), serão apresentadas e debatidas As Confissões, de Santo Agostinho. Caberá a Teresa F. A. Alves, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a apresentação da obra e os comentários ao debate.O ciclo, coordenado e moderado pela jornalista e escritora Filipa Melo, pretende promover o contacto com os grandes textos clássicos como “aventura mental e afectiva” e numa “relação viva e transmissível”. Em cada sessão, o leitor especialista fala do seu gosto por um título clássico de ficção ou pensamento, como herança universal sem tempo. A sessão é aberta a todos os interessados.
Mais informação pelo telefone 213 570 428 ou em http://www.almedina.net.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Interrogar a beleza
interroga a beleza do céu, interroga a ordem das estrelas;
interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia;
interroga a lua, que com sua claridade modera as trevas da noite;
interroga as feras que se movem na água, que caminham sobre a terra, que voam no ar: almas que se escondem, corpos que se mostram; visível que se deixa guiar, invisível que guia. Interroga-os!
Todos te responderão: Vê-nos: somos belos! Sua própria beleza se dá a conhecer. Esta beleza imutável, quem a criou, senão a Beleza imutável?”
Santo Agostinho, Sermão CCXLI, 2: PL 38, 1134, texto evocado ontem, em Roma, por Bento XVI, numa catequese sobre a beleza das catedrais românicas e góticas.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Ano Novo - O tempo, nas pequenas como nas grandes coisas
Ouvi dizer a um certo homem douto que o tempo não é senão os movimentos do sol, da lua e das estrelas, e eu não concordei. Porque não serão antes os tempos os movimentos de todos os corpos? Será que, se as luzes do céu parassem e continuasse a mover-se a roda do oleiro, deixaria de haver tempo com que medíssemos as suas voltas e disséssemos, ou que se move durante instantes iguais, ou que umas voltas são mais longas e outras menos, se a roda se movesse umas vezes mais vagarosamente e outras mais velozmente? Ou, dizendo isso, não falaríamos também nós no tempo, ou não haveria nas nossas palavras umas sílabas longas, outras breves, a não ser porque aquelas ressoam durante um tempo mais longo e estas durante um tempo mais breve? Ó Deus, concede aos homens a possibilidade de observarem nas coisas pequenas as noções comuns às pequenas e às grandes coisas.
(Santo Agostinho, Confissões, Livro XI, XXIII, 29; ed.
